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Cadeira Reggae: Cada uma é um modelo novo.

A cadeira Reggae do designer Tejo Remy vem do jeito como você vê, mas convida-o para adicionar novos panos e roupas velhas da maneira que você achar melhor, fazendo cada cadeira uma peça incomum e com um toque diferente. A cadeira reggae está na coleção permanente do Central Museum Utrecht, na Holanda, e do Vitra Design Museum Weil am Rhein, na Alemanha.
Só pra se tem uma idéia. Tamanho 23,6 x 23,6 x 39,4 cm, 56kg.

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Cadeiras e poltronas: ergonomia e produtos

posicao_1posicao_2Posição e ângulos de maior conforto para uma pessoa sentada

Posição e ângulos de maior conforto para uma pessoa sentada.

O tema escolhido foram as cadeiras e poltronas para escritórios e auditórios. A reportagem sobre ergonomia esclarece quais os elementos necessários para avaliar um bom produto e os possíveis riscos à saúde que uma peça inadequada pode trazer ao usuário.

A preocupação com a postura e com a qualidade dos equipamentos no trabalho começou a ganhar força na década de 1980, quando teve início a informatização dos escritórios. Desde então, os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort) – nova denominação das lesões por esforços repetitivos (LER) – passaram a afetar cada vez mais pessoas.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, associação sem fins lucrativos que mantém o Programa Nacional de Prevenção às LER/Dort, essas patologias são a segunda causa mais freqüente de afastamento de profissionais no Brasil. A entidade informa ainda que, de cada cem trabalhadores da Região Sudeste, um é portador de Dort.

De acordo com pesquisa realizada em 2001 pelo DataFolha, 14% dos entrevistados haviam sido diagnosticados por médicos como portadores desses males, o que equivalia a um universo de 310 mil pessoas na cidade de São Paulo.
Os mais atingidos por esses distúrbios são profissionais do comércio e de serviços, como bancários, digitadores, atendentes de telemarketing, secretárias e jornalistas, a maior parte deles na faixa dos 30 aos 40 anos.

De acordo com estudo feito para a associação pelo economista José Pastore, da Universidade de São Paulo, no primeiro ano de afastamento de um funcionário, as empresas gastam em média 89 mil reais com encargos sociais e com o salário de seu substituto. Somados, os custos patronais com o afastamento por doenças ocupacionais no Brasil representam cerca de 12,5 bilhões de reais/ano, fora outros 20 bilhões de reais anuais para pagamento de aposentadorias, indenizações e tratamento médico. Esses números mostram que é melhor, e mais barato, investir na prevenção e na melhoria das condições de trabalho, aí inclusos mobiliário e acessórios adequados à atividade.

Sentar é uma posição antifisiológica que provoca grande pressão no disco intervertebral. “Quando estamos sentados, a pressão é 50% maior do que quando estamos em pé. Por isso ninguém consegue permanecer muito tempo sentado na mesma posição”, detalha Wasni Esqueisaro Júnior, professor de ergonomia, médico do trabalho e diretor da WES Ergonomia e Saúde Ocupacional, sediada em Santo André, SP.

Segundo Esqueisaro, as cadeiras com melhores qualidades ergonômicas permitem a alternância postural e ao mesmo tempo são capazes de evitar o desconforto da posição por períodos mais longos; as inadequadas induzem a posturas erradas, que podem desencadear problemas na coluna lombar e cervical e nos membros superiores (ombros, cotovelos e punhos), além de causar deficiências circulatórias nos membros inferiores.

Beleza não é sinônimo de conforto ou boa ergonomia e isso vale para cadeiras, superfícies de trabalho e outros itens de mobiliário”, ressalta Esqueisaro. Esse alerta também é feito por Clovis Bucich, professor das disciplinas de projeto e avaliação ergonômica de produto do Departamento de Engenharia Industrial da UFRJ e coordenador da comissão de estudos sobre normas de mobiliário da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Não adianta se encantar com a cor ou com modelos bonitos.

Ao especificar mobiliário, arquitetos e compradores devem observar aspectos ergonômicos, econômicos e estéticos. Para isso precisam buscar apoio na literatura e nas universidades que dispõem de laboratório de ergonomia, ou ainda nos serviços de apoio oferecidos pelos principais fabricantes de móveis”, ele explica.

Existe falta de informação generalizada, ressalta Esqueisaro. “Com a minha experiência profissional, digo que somente as empresas de grande porte têm mobiliário de padrão correto. Na outras, mais de 80% do mobiliário em uso é inadequado. Além disso, metade do que está disponível no mercado não atende aspectos ergonômicos e de conforto”, ele afirma.

Características da boa cadeira
A principal qualidade da boa cadeira é ser apropriada à atividade que o usuário desenvolve no dia-a-dia. As cadeiras de escritório para funções que exigem o uso constante do computador devem ser invariavelmente estofadas. Quanto maior a densidade da espuma, maior será a durabilidade do móvel; as laminadas, por sua vez, têm vida útil curta e não resistem ao uso diário por mais de um ano.

A espuma ideal tem densidade entre 45 e 65, dependendo da qualidade do material, do design, da largura e da espessura do assento e do encosto. Segundo Bucich, as regulagens obrigatórias envolvem a altura do assento e a posição do apoio lombar no encosto; porém, quanto mais regulagens o modelo oferece, mais facilmente ele se adapta aos diferentes usuários.

É importante que o assento seja liso e tenha pequena inclinação para trás; também deve ter dimensões adequadas para acomodar nádegas e coxas, deixando somente as dobras do joelho para fora. As bordas do assento requerem acabamento arredondado para não comprometer a circulação sangüínea dos membros inferiores.

Esqueisaro acrescenta que as cadeiras para as funções que implicam o uso constante de computador devem apresentar também encosto dorsal mediano e levemente côncavo, acompanhando a curvatura do dorso no sentido horizontal – os encostos acentuadamente côncavos e os planos são desconfortáveis. Elas devem ter cinco sapatas para garantir estabilidade.

Os rodízios não podem, em hipótese alguma, ter seu movimento dificultado pelo piso. Por sua vez, o encosto ideal oferece ajuste de altura e a possibilidade de pequena inclinação para trás, recurso que ajuda na correta alternância postural. O apoio para os braços é desaconselhável, pois muitas vezes restringe a aproximação entre a cadeira e a mesa, obrigando o usuário a assumir posturas incorretas. Caso esse item esteja previsto, convém que ele tenha altura e largura reguláveis, para se adaptar a usuários mais altos ou mais obesos, lembra Bucich.

Nas funções em que o uso do computador é eventual, é admissível um mobiliário de concepção diferente. O encosto pode ser mais alto e a inclinação abranger o conjunto encosto-assento, de modo que a cadeira acompanhe os movimentos do usuário sem comprometer a postura correta. Neste caso, é ideal que a cadeira tenha braços, mas eles devem permitir ajustes de altura e largura.

Uso da cadeira

Quando o problema do mobiliário inadequado é superado, surge outra questão: o desconhecimento sobre a postura correta para uso do móvel e sobre as possibilidades de regulagem que oferece. O ideal é que o funcionário seja treinado para usar o mobiliário e tenha em seu poder o manual de instruções, para consultá-lo.

Segundo Esqueisaro, o certo é apoiar a nádega no assento e os pés no chão ou em apoio próprio para esse fim. Para uso do computador, a região dorsal do cotovelo para cima deve ser apoiada em encosto com regulagem de altura e inclinação para trás, formando um ângulo de aproximadamente 100 graus entre o encosto e o assento. O conjunto cadeira e mesa deve permitir que braço e antebraço formem ângulo de 90 graus durante a digitação.

O diretor também alerta que exercícios posturais para o relaxamento de braço e pescoço durante o expediente não surtem efeito se a cadeira é ruim. Outro cuidado importante é orientar o funcionário a levantar e fazer uma pequena caminhada a cada uma hora de trabalho. “Basta ir até o banheiro e voltar. Quem fica muito sentado tem mais deficiências do retorno venoso, o que causa o surgimento de mais varizes e mais precocemente”, detalha Esqueisaro.

Quando o funcionário processa a empresa devido a uma doença ocupacional, as condições de trabalho são verificadas por peritos. Se confirmada a inadequabilidade do mobiliário, a responsabilidade legal cabe à empresa. E esta pode processar o profissional que especificou os móveis como co-responsável.

Auditórios e escolas
O auditório é um local de curta permanência, mas isso não significa que qualquer tipo de assento possa ser empregado. Segundo Bucich, as normas que regem as especificações das cadeiras de escritórios aplicam-se também àquele espaço. A norma em vigor é a NBR 13 962/2002 (Móveis para Escritórios – Cadeiras), que abrange características físicas e dimensionais do móvel, além de estabilidade, resistência e durabilidade. Ela substitui as antigas NBRs 14 110/1998 e 13 962/1997.

De acordo com Esqueisaro, as cadeiras para auditórios devem ser do tipo poltrona, estofadas, encosto côncavo até a altura dorsal e com assento liso que pode ser levemente inclinado para trás; os apoios para os braços devem ser planos e longos, preferencialmente com altura regulável.

O mobiliário escolar é regido pela NBR 14 006/2003 (Móveis Escolares – Assentos e Mesas para Conjunto Aluno de Instituições Educacionais), que está prestes a ser revista. Segundo Bucich, essa norma estabelece a classificação dos móveis em faixas de estatura da população, a fim de contemplar de crianças a adultos de variados portes físicos. Ela abrange características físicas e dimensionais, e ensaios de resistência, estabilidade e durabilidade para os conjuntos de cadeira-carteira, adotado pelo ensino fundamental público. Pela norma, o tampo deve ser frontal para atender crianças destras ou canhotas.

Segundo o engenheiro mecânico Mário Leoni, pesquisador do laboratório de ensaio de móveis do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, desde março de 2005 está em vigor o novo Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para Mesa e Cadeira do Conjunto Aluno do Ensino Fundamental, publicado pelo Inmetro, que tem força de lei. Esse documento substitui o antigo Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ), cancelado em 2004, e determina que o mobiliário escolar siga as exigências da NBR 14 006 e de outras normas técnicas referentes ao processo de fabricação. O RAC relaciona até os requisitos que os laboratórios de ensaios técnicos precisam ter para poder atestar o selo de conformidade conferido por diversas organizações certificadoras de produtos, explica o pesquisador.

As normas existem, mas são bastante deficientes, afirma Esqueisaro. “O mercado é dinâmico, as inovações são diárias e as normas técnicas levam anos para mudar”, ele aponta. Em sua opinião, até mesmo as cadeiras escolares deveriam ser estofadas, porém a regulamentação não faz essa exigência. “O mobiliário escolar mal concebido pode levar a vícios posturais ou mesmo alterações músculo-esqueléticas, como a escoliose”, lembra ele.

Outras características desejáveis para o conjunto carteira escolar são o tampo frontal móvel, o que facilita o movimento do aluno, e o encosto mediano, côncavo e com regulagem de altura. “A cadeira escolar de melhor qualidade envolve custos e por isso nem mesmo as escolas particulares oferecem o móvel adequado”, observa o professor de ergonomia. As carteiras com pranchetas móveis custam aproximadamente o dobro dos modelos com prancheta fixa.

Texto resumido a partir de reportagem
de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 304 Junho de 2005

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Salas de TV. Todo mundo quer um pedacinho do sofá

Quem não gosta de chegar em casa depois de um dia cheio e relaxar, assistindo a uma boa televisão?
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A sala de TV, geralmente, é o lugar mais requisitado da casa, pois é o principal cantinho de lazer e aconchego do lar. Além disso, é um ponto comum onde toda a família busca um espaço de descanso. Então, é importante definir as prioridades do projeto de acordo com o gosto comum dos moradores, para que todo mundo possa aproveitar seu momento de sossego, sempre com muito conforto.

A Sala de TV pode ter destaques e focos diferentes, seguindo o estilo de quem mora na casa, mas o essencial para quem deseja uma boa sessão de pipoca e guaraná na frente da telinha começa com uma boa sonorização, um televisor compatível com o espaço, iluminação adequada e móveis bastante confortáveis.

Tecnologia

Na parte do eletrônicos, a grande evolução para a decoração dos ambientes, com certeza, é a adaptação aos espaços. Existem hoje, no mercado, televisores com menos de 5 centímetros de espessura, inclusive no Japão, a Hitachi já tem em vista o lançamento de uma TV com 2,5cm de espessura. Você pode ter uma mega tela em um ambiente onde antes só era possível encaixar uma TV de 21″.

A tecnologia wireless também chegou com tudo, para eliminar os rolos e rolos indesejáveis de fios a serem escondidos. Os home theaters podem ser instalados facilmente e até com uma distribuição melhor, sem a limitação dos fios.

Iluminação

As luzes dão o clima para a sala de TV. Para quem quer acompanhar um bom filme, os designers e decoradores recomendam uma iluminação suave, que não agrida o conforto visual de quem está assistindo e não roube a atenção da tela. Abajures e pequenas luminárias de parede também podem dar um toque especial para quem deseja criar uma composição única de luzes para o ambiente, diferente do padrão dos outros cômodos da casa. Em uma sala que junta, além da TV, eventos sociais e jantar, a iluminação pode ser ajustável, assim você pode controlar a intensidade da luz de acordo com a atividade do local.

Móveis e objetos

Um bom sofá é o ingrediente principal para tornar a sala de TV o ambiente mais acolhedor da casa. Use-o como ponto de partida em relação à TV para organizar a mobília e objetos em volta. É essencial que tenha conforto para acomodar bem o telespectador e esteja posicionado de forma a integrar o ambiente. Além da sua função básica de acomodação, o sofá é o local de onde os frequentadores da sala percebem toda a composição do cômodo. É a grande experiência do ambiente.

A parte criativa fica para os objetos que entram em cena para caracterizar o estilo do cômodo. Abuse dos estilos, desde os retrôs e vintage, até os contemporâneos e modernos.

Não importa se você vai utilizar móveis rústicos em tonalidades mais quentes para criar um ambiente mais caloroso ou vai optar por uma paleta de cores mais neutras e linhas retas, que transmitam sofisticação. Tornando o ambiente bem confortável e aconchegante para curtir a telinha, você tem sucesso garantido de bilheteria para a sua sala de TV.

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Decoração prática com vasos e plantas.

Eles são bonitos, charmosos e dão o frescor que sua casa precisa.

As flores e plantas esbanjam uma beleza natural. Espalhar muitos vasos pela casa garante um ambiente alegre e vaso-casamostra o bom gosto do dono da casa.

Para quem não tem tempo de cuidar, existem opções de plantas e vasos, além das artificiais, que não necessitam muita manutenção, tanto para as áreas internas, quando para as externas. E para quem gosta muito de viajar, a tecnologia entra em ação com irrigadores automáticos programados para períodos já determinados, facilitando para quem não está tão acostumado.

Já para quem é aficcionado por uma casa verde e um belo jardim, cultivar plantas é o hobby perfeito para a decoração, pois estimula a capacidade criativa, permite diferentes combinações e arranjos que podem ser modificados seguindo os ambientes. O melhor de tudo é que você pode escolher entre gastar uma boa quantia em espécies exóticas ou criar com plantas e vasos mais comuns, sem exigir muito do bolso. Com flores do campo, por exemplo, é muito fácil compor belos arranjos, elas dão uma temática mais rústica para a casa e são de baixo custo. Os vasinhos de barro são simples, podem ser customizados e dão o charme natural para qualquer jardim.

Desde o vasinho de barro até um calamar de resina de 1.300 reais, da Arango, você pode conseguir resultados impressionantes. E já que o processo pede dedicação e cuidado, com certeza você ficará satisfeito por muito tempo com sua decoração.

Uma boa pedida para quem corre atrás de ótimas flores e plantas a preços justos é dar uma passada no CEASA. Acorde bem cedinho e dê uma olhada no que você pode encontrar por lá. É bom negócio, na certa.

É fácil mudar a decoração de seus vasos e não é necessário muito tempo para isso. Aqui vão algumas dicas úteis:

- Se você tem um vaso que se destaca muito dos outros, coloque-o em lugares diferentes para dar vida a outros pontos do jardim.

- Em vasos de plantas grandes, gire-o periodicamente, para mostrar outros ângulos da composição.

- Crie sessões por cores, para tematizar alguns setores da decoração. Mesmo assim, mantenha variações tênues de tons, para não tornar o look muito artificial.

- Misture pedras, metais e outros objetos de jardim para compor um cenário completo em meio às plantas.

- Utilize as paredes, grades e cercas. Todo cantinho pode ganhar vida com alguns xaxins e vasos.

- Certos vasos são decorativos por si só, mesmo sem plantas. Aproveite-os como pequenos mimos para ambientes pequenos.

- O principal: Vasos e plantas são customizáveis. Pinte, aplique patches, prenda fitas e utilize diferentes enfeites, para criar composições a seu gosto.

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