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Cadeira Reggae: Cada uma é um modelo novo.
Posted by Allux Blog in Decoração on 3 de fevereiro de 2010
A cadeira Reggae do designer Tejo Remy vem do jeito como você vê, mas convida-o para adicionar novos panos e roupas velhas da maneira que você achar melhor, fazendo cada cadeira uma peça incomum e com um toque diferente. A cadeira reggae está na coleção permanente do Central Museum Utrecht, na Holanda, e do Vitra Design Museum Weil am Rhein, na Alemanha.
Só pra se tem uma idéia. Tamanho 23,6 x 23,6 x 39,4 cm, 56kg.
Cadeiras e poltronas: ergonomia e produtos
Posted by Allux Blog in Ambientes on 30 de outubro de 2009



Posição e ângulos de maior conforto para uma pessoa sentada.
O tema escolhido foram as cadeiras e poltronas para escritórios e auditórios. A reportagem sobre ergonomia esclarece quais os elementos necessários para avaliar um bom produto e os possíveis riscos à saúde que uma peça inadequada pode trazer ao usuário.
A preocupação com a postura e com a qualidade dos equipamentos no trabalho começou a ganhar força na década de 1980, quando teve início a informatização dos escritórios. Desde então, os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort) – nova denominação das lesões por esforços repetitivos (LER) – passaram a afetar cada vez mais pessoas.
De acordo com dados do Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, associação sem fins lucrativos que mantém o Programa Nacional de Prevenção às LER/Dort, essas patologias são a segunda causa mais freqüente de afastamento de profissionais no Brasil. A entidade informa ainda que, de cada cem trabalhadores da Região Sudeste, um é portador de Dort.
De acordo com pesquisa realizada em 2001 pelo DataFolha, 14% dos entrevistados haviam sido diagnosticados por médicos como portadores desses males, o que equivalia a um universo de 310 mil pessoas na cidade de São Paulo.
Os mais atingidos por esses distúrbios são profissionais do comércio e de serviços, como bancários, digitadores, atendentes de telemarketing, secretárias e jornalistas, a maior parte deles na faixa dos 30 aos 40 anos.
De acordo com estudo feito para a associação pelo economista José Pastore, da Universidade de São Paulo, no primeiro ano de afastamento de um funcionário, as empresas gastam em média 89 mil reais com encargos sociais e com o salário de seu substituto. Somados, os custos patronais com o afastamento por doenças ocupacionais no Brasil representam cerca de 12,5 bilhões de reais/ano, fora outros 20 bilhões de reais anuais para pagamento de aposentadorias, indenizações e tratamento médico. Esses números mostram que é melhor, e mais barato, investir na prevenção e na melhoria das condições de trabalho, aí inclusos mobiliário e acessórios adequados à atividade.
Sentar é uma posição antifisiológica que provoca grande pressão no disco intervertebral. “Quando estamos sentados, a pressão é 50% maior do que quando estamos em pé. Por isso ninguém consegue permanecer muito tempo sentado na mesma posição”, detalha Wasni Esqueisaro Júnior, professor de ergonomia, médico do trabalho e diretor da WES Ergonomia e Saúde Ocupacional, sediada em Santo André, SP.
Segundo Esqueisaro, as cadeiras com melhores qualidades ergonômicas permitem a alternância postural e ao mesmo tempo são capazes de evitar o desconforto da posição por períodos mais longos; as inadequadas induzem a posturas erradas, que podem desencadear problemas na coluna lombar e cervical e nos membros superiores (ombros, cotovelos e punhos), além de causar deficiências circulatórias nos membros inferiores.
“Beleza não é sinônimo de conforto ou boa ergonomia e isso vale para cadeiras, superfícies de trabalho e outros itens de mobiliário”, ressalta Esqueisaro. Esse alerta também é feito por Clovis Bucich, professor das disciplinas de projeto e avaliação ergonômica de produto do Departamento de Engenharia Industrial da UFRJ e coordenador da comissão de estudos sobre normas de mobiliário da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Não adianta se encantar com a cor ou com modelos bonitos.
Ao especificar mobiliário, arquitetos e compradores devem observar aspectos ergonômicos, econômicos e estéticos. Para isso precisam buscar apoio na literatura e nas universidades que dispõem de laboratório de ergonomia, ou ainda nos serviços de apoio oferecidos pelos principais fabricantes de móveis”, ele explica.
Existe falta de informação generalizada, ressalta Esqueisaro. “Com a minha experiência profissional, digo que somente as empresas de grande porte têm mobiliário de padrão correto. Na outras, mais de 80% do mobiliário em uso é inadequado. Além disso, metade do que está disponível no mercado não atende aspectos ergonômicos e de conforto”, ele afirma.
Características da boa cadeira
A principal qualidade da boa cadeira é ser apropriada à atividade que o usuário desenvolve no dia-a-dia. As cadeiras de escritório para funções que exigem o uso constante do computador devem ser invariavelmente estofadas. Quanto maior a densidade da espuma, maior será a durabilidade do móvel; as laminadas, por sua vez, têm vida útil curta e não resistem ao uso diário por mais de um ano.
A espuma ideal tem densidade entre 45 e 65, dependendo da qualidade do material, do design, da largura e da espessura do assento e do encosto. Segundo Bucich, as regulagens obrigatórias envolvem a altura do assento e a posição do apoio lombar no encosto; porém, quanto mais regulagens o modelo oferece, mais facilmente ele se adapta aos diferentes usuários.
É importante que o assento seja liso e tenha pequena inclinação para trás; também deve ter dimensões adequadas para acomodar nádegas e coxas, deixando somente as dobras do joelho para fora. As bordas do assento requerem acabamento arredondado para não comprometer a circulação sangüínea dos membros inferiores.
Esqueisaro acrescenta que as cadeiras para as funções que implicam o uso constante de computador devem apresentar também encosto dorsal mediano e levemente côncavo, acompanhando a curvatura do dorso no sentido horizontal – os encostos acentuadamente côncavos e os planos são desconfortáveis. Elas devem ter cinco sapatas para garantir estabilidade.
Os rodízios não podem, em hipótese alguma, ter seu movimento dificultado pelo piso. Por sua vez, o encosto ideal oferece ajuste de altura e a possibilidade de pequena inclinação para trás, recurso que ajuda na correta alternância postural. O apoio para os braços é desaconselhável, pois muitas vezes restringe a aproximação entre a cadeira e a mesa, obrigando o usuário a assumir posturas incorretas. Caso esse item esteja previsto, convém que ele tenha altura e largura reguláveis, para se adaptar a usuários mais altos ou mais obesos, lembra Bucich.
Nas funções em que o uso do computador é eventual, é admissível um mobiliário de concepção diferente. O encosto pode ser mais alto e a inclinação abranger o conjunto encosto-assento, de modo que a cadeira acompanhe os movimentos do usuário sem comprometer a postura correta. Neste caso, é ideal que a cadeira tenha braços, mas eles devem permitir ajustes de altura e largura.
Uso da cadeira
Quando o problema do mobiliário inadequado é superado, surge outra questão: o desconhecimento sobre a postura correta para uso do móvel e sobre as possibilidades de regulagem que oferece. O ideal é que o funcionário seja treinado para usar o mobiliário e tenha em seu poder o manual de instruções, para consultá-lo.
Segundo Esqueisaro, o certo é apoiar a nádega no assento e os pés no chão ou em apoio próprio para esse fim. Para uso do computador, a região dorsal do cotovelo para cima deve ser apoiada em encosto com regulagem de altura e inclinação para trás, formando um ângulo de aproximadamente 100 graus entre o encosto e o assento. O conjunto cadeira e mesa deve permitir que braço e antebraço formem ângulo de 90 graus durante a digitação.
O diretor também alerta que exercícios posturais para o relaxamento de braço e pescoço durante o expediente não surtem efeito se a cadeira é ruim. Outro cuidado importante é orientar o funcionário a levantar e fazer uma pequena caminhada a cada uma hora de trabalho. “Basta ir até o banheiro e voltar. Quem fica muito sentado tem mais deficiências do retorno venoso, o que causa o surgimento de mais varizes e mais precocemente”, detalha Esqueisaro.
Quando o funcionário processa a empresa devido a uma doença ocupacional, as condições de trabalho são verificadas por peritos. Se confirmada a inadequabilidade do mobiliário, a responsabilidade legal cabe à empresa. E esta pode processar o profissional que especificou os móveis como co-responsável.
Auditórios e escolas
O auditório é um local de curta permanência, mas isso não significa que qualquer tipo de assento possa ser empregado. Segundo Bucich, as normas que regem as especificações das cadeiras de escritórios aplicam-se também àquele espaço. A norma em vigor é a NBR 13 962/2002 (Móveis para Escritórios – Cadeiras), que abrange características físicas e dimensionais do móvel, além de estabilidade, resistência e durabilidade. Ela substitui as antigas NBRs 14 110/1998 e 13 962/1997.
De acordo com Esqueisaro, as cadeiras para auditórios devem ser do tipo poltrona, estofadas, encosto côncavo até a altura dorsal e com assento liso que pode ser levemente inclinado para trás; os apoios para os braços devem ser planos e longos, preferencialmente com altura regulável.
O mobiliário escolar é regido pela NBR 14 006/2003 (Móveis Escolares – Assentos e Mesas para Conjunto Aluno de Instituições Educacionais), que está prestes a ser revista. Segundo Bucich, essa norma estabelece a classificação dos móveis em faixas de estatura da população, a fim de contemplar de crianças a adultos de variados portes físicos. Ela abrange características físicas e dimensionais, e ensaios de resistência, estabilidade e durabilidade para os conjuntos de cadeira-carteira, adotado pelo ensino fundamental público. Pela norma, o tampo deve ser frontal para atender crianças destras ou canhotas.
Segundo o engenheiro mecânico Mário Leoni, pesquisador do laboratório de ensaio de móveis do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, desde março de 2005 está em vigor o novo Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para Mesa e Cadeira do Conjunto Aluno do Ensino Fundamental, publicado pelo Inmetro, que tem força de lei. Esse documento substitui o antigo Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ), cancelado em 2004, e determina que o mobiliário escolar siga as exigências da NBR 14 006 e de outras normas técnicas referentes ao processo de fabricação. O RAC relaciona até os requisitos que os laboratórios de ensaios técnicos precisam ter para poder atestar o selo de conformidade conferido por diversas organizações certificadoras de produtos, explica o pesquisador.
As normas existem, mas são bastante deficientes, afirma Esqueisaro. “O mercado é dinâmico, as inovações são diárias e as normas técnicas levam anos para mudar”, ele aponta. Em sua opinião, até mesmo as cadeiras escolares deveriam ser estofadas, porém a regulamentação não faz essa exigência. “O mobiliário escolar mal concebido pode levar a vícios posturais ou mesmo alterações músculo-esqueléticas, como a escoliose”, lembra ele.
Outras características desejáveis para o conjunto carteira escolar são o tampo frontal móvel, o que facilita o movimento do aluno, e o encosto mediano, côncavo e com regulagem de altura. “A cadeira escolar de melhor qualidade envolve custos e por isso nem mesmo as escolas particulares oferecem o móvel adequado”, observa o professor de ergonomia. As carteiras com pranchetas móveis custam aproximadamente o dobro dos modelos com prancheta fixa.
Texto resumido a partir de reportagem
de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 304 Junho de 2005
Salas de TV. Todo mundo quer um pedacinho do sofá
Posted by Allux Blog in Ambientes, Sala on 2 de junho de 2009
Quem não gosta de chegar em casa depois de um dia cheio e relaxar, assistindo a uma boa televisão?

A sala de TV, geralmente, é o lugar mais requisitado da casa, pois é o principal cantinho de lazer e aconchego do lar. Além disso, é um ponto comum onde toda a família busca um espaço de descanso. Então, é importante definir as prioridades do projeto de acordo com o gosto comum dos moradores, para que todo mundo possa aproveitar seu momento de sossego, sempre com muito conforto.
A Sala de TV pode ter destaques e focos diferentes, seguindo o estilo de quem mora na casa, mas o essencial para quem deseja uma boa sessão de pipoca e guaraná na frente da telinha começa com uma boa sonorização, um televisor compatível com o espaço, iluminação adequada e móveis bastante confortáveis.
Tecnologia
Na parte do eletrônicos, a grande evolução para a decoração dos ambientes, com certeza, é a adaptação aos espaços. Existem hoje, no mercado, televisores com menos de 5 centímetros de espessura, inclusive no Japão, a Hitachi já tem em vista o lançamento de uma TV com 2,5cm de espessura. Você pode ter uma mega tela em um ambiente onde antes só era possível encaixar uma TV de 21″.
A tecnologia wireless também chegou com tudo, para eliminar os rolos e rolos indesejáveis de fios a serem escondidos. Os home theaters podem ser instalados facilmente e até com uma distribuição melhor, sem a limitação dos fios.
Iluminação
As luzes dão o clima para a sala de TV. Para quem quer acompanhar um bom filme, os designers e decoradores recomendam uma iluminação suave, que não agrida o conforto visual de quem está assistindo e não roube a atenção da tela. Abajures e pequenas luminárias de parede também podem dar um toque especial para quem deseja criar uma composição única de luzes para o ambiente, diferente do padrão dos outros cômodos da casa. Em uma sala que junta, além da TV, eventos sociais e jantar, a iluminação pode ser ajustável, assim você pode controlar a intensidade da luz de acordo com a atividade do local.
Móveis e objetos
Um bom sofá é o ingrediente principal para tornar a sala de TV o ambiente mais acolhedor da casa. Use-o como ponto de partida em relação à TV para organizar a mobília e objetos em volta. É essencial que tenha conforto para acomodar bem o telespectador e esteja posicionado de forma a integrar o ambiente. Além da sua função básica de acomodação, o sofá é o local de onde os frequentadores da sala percebem toda a composição do cômodo. É a grande experiência do ambiente.
A parte criativa fica para os objetos que entram em cena para caracterizar o estilo do cômodo. Abuse dos estilos, desde os retrôs e vintage, até os contemporâneos e modernos.
Não importa se você vai utilizar móveis rústicos em tonalidades mais quentes para criar um ambiente mais caloroso ou vai optar por uma paleta de cores mais neutras e linhas retas, que transmitam sofisticação. Tornando o ambiente bem confortável e aconchegante para curtir a telinha, você tem sucesso garantido de bilheteria para a sua sala de TV.
Decoração prática com vasos e plantas.
Posted by Allux Blog in Ambientes on 2 de junho de 2009
Eles são bonitos, charmosos e dão o frescor que sua casa precisa.
As flores e plantas esbanjam uma beleza natural. Espalhar muitos vasos pela casa garante um ambiente alegre e
mostra o bom gosto do dono da casa.
Para quem não tem tempo de cuidar, existem opções de plantas e vasos, além das artificiais, que não necessitam muita manutenção, tanto para as áreas internas, quando para as externas. E para quem gosta muito de viajar, a tecnologia entra em ação com irrigadores automáticos programados para períodos já determinados, facilitando para quem não está tão acostumado.
Já para quem é aficcionado por uma casa verde e um belo jardim, cultivar plantas é o hobby perfeito para a decoração, pois estimula a capacidade criativa, permite diferentes combinações e arranjos que podem ser modificados seguindo os ambientes. O melhor de tudo é que você pode escolher entre gastar uma boa quantia em espécies exóticas ou criar com plantas e vasos mais comuns, sem exigir muito do bolso. Com flores do campo, por exemplo, é muito fácil compor belos arranjos, elas dão uma temática mais rústica para a casa e são de baixo custo. Os vasinhos de barro são simples, podem ser customizados e dão o charme natural para qualquer jardim.
Desde o vasinho de barro até um calamar de resina de 1.300 reais, da Arango, você pode conseguir resultados impressionantes. E já que o processo pede dedicação e cuidado, com certeza você ficará satisfeito por muito tempo com sua decoração.
Uma boa pedida para quem corre atrás de ótimas flores e plantas a preços justos é dar uma passada no CEASA. Acorde bem cedinho e dê uma olhada no que você pode encontrar por lá. É bom negócio, na certa.
É fácil mudar a decoração de seus vasos e não é necessário muito tempo para isso. Aqui vão algumas dicas úteis:
- Se você tem um vaso que se destaca muito dos outros, coloque-o em lugares diferentes para dar vida a outros pontos do jardim.
- Em vasos de plantas grandes, gire-o periodicamente, para mostrar outros ângulos da composição.
- Crie sessões por cores, para tematizar alguns setores da decoração. Mesmo assim, mantenha variações tênues de tons, para não tornar o look muito artificial.
- Misture pedras, metais e outros objetos de jardim para compor um cenário completo em meio às plantas.
- Utilize as paredes, grades e cercas. Todo cantinho pode ganhar vida com alguns xaxins e vasos.
- Certos vasos são decorativos por si só, mesmo sem plantas. Aproveite-os como pequenos mimos para ambientes pequenos.
- O principal: Vasos e plantas são customizáveis. Pinte, aplique patches, prenda fitas e utilize diferentes enfeites, para criar composições a seu gosto.








