Lançamento da Cadeira Arte Design

A Allux Móbile lançou hoje um novo modelo de cadeira que irá se chamar Cadeira Arte Design. A cadeira que é feita de alumínio pode ter o acabamento de alumínio polido ou pintado. Já o junco sintético com proteção solar que é utilizado, pode ser encontrado nas cores bege, bege mesclado, marrom, marrom mesclado, preto e branco. A nova cadeira pode ser utilizada com frequência em áreas internas e externas como piscinas, varandas e decks pois o alumínio não enferruja e o junco sintético também conhecido como fibra sintética ou vime tem proteção solar e ainda recebe 1 ano de garantia pela fábrica.

Para fazer um orçamento dessa cadeira direto da fábrica visite o site: www.alluxmobile.com.br

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Cadeira Reggae: Cada uma é um modelo novo.

A cadeira Reggae do designer Tejo Remy vem do jeito como você vê, mas convida-o para adicionar novos panos e roupas velhas da maneira que você achar melhor, fazendo cada cadeira uma peça incomum e com um toque diferente. A cadeira reggae está na coleção permanente do Central Museum Utrecht, na Holanda, e do Vitra Design Museum Weil am Rhein, na Alemanha.
Só pra se tem uma idéia. Tamanho 23,6 x 23,6 x 39,4 cm, 56kg.

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Móveis para a casa em forma de caixa

A coleção oferece mobiliária doméstica em forma de caixa. O conceito engloba design delicado, onde cada peça tem três atributos: funcionalidade, tecnologia e olhar contemporâneo. O conceito foi criado por um jovem designer da Letônia chamado Rolands Landsbergs. Quando olhados ainda como caixa são vistos com aparência limpa, livre da desordem. Uma vez que as caixas estão abertas a utilidade de cada peça é apresentada juntamente com a cor que é introduzida na sala.




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Estantes: 30 projetos para casa ou escritório

Aqui estão 30 das estantes mais original e incomum que encontramos. Estantes pode ser muito mais do que as unidades de armazenamento, são muitas vezes uma peça única que pode dar um toque especial à sua casa ou escritório com uma personalidade própria. Como você verá nesta coleção, há alguns estilistas muito criativos que são capazes de transformar as bibliotecas em obras de arte.

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Último conceito em móveis para fãs de tênis

Algum fã de tênis já tinha visto móveis feitos de bolas de tênis? Hugh Hayden tem feito exatamente isso na criação de uma mesa e cadeira para apaixonados pelo esporte. Os móveis de design inovador são fabricados e vendidos para quem deseja decorar ambientes esportivos.

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Lareira elegante e portátil

Uma solução para aquecimento para alguns de nós pode ser a lareira portátil. Essa idéia evita a necessidade de ventilação e também oferece uma solução durante os meses mais quentes quando, talvez você não quer que a lareira faça parte da decoração. Este produto pode ser utilizada como uma lareira comum, uma mesa de café e  pode realmente ser utilizado dentro e fora de casa. Ela funciona com um combustível seguro e desenvolvido para não criar odor ou fumaça no quarto que ele está sendo usado.

Infelizmente esse produto ainda não é comercializado no Brasil mas, pode ser encontrado no site http://www.planikausa.com/lshape.html

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O melhor conceito em mobiliário do mundo

Este é o conceito de mobiliário mais incrível do mundo? Eu não posso ter certeza disso sozinho, preciso da ajuda que vocês leitores para decidir. Este projeto é do gênio D.K. Wei, que apresentou este conceito no Concurso de Design Relax, o projeto foi apelidado de “Sofá Nuvem” devido ao seu design. O projeto em si é composto por um campo magnético que suporta o assento e mantém flutuante.

amazing furniture

moderno design

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Adesivos para decorar a sua casa no Natal

Nesta época do ano, uma idéia legal é decorar a sua casa com adesivos de temas natalinos. Os adesivos decorativos podem ser aplicados em qualquer ambiente, interno e externo, residencial ou corporativo. Um dos pontos altos da utilização dos adesivos é a versatilidade da aplicação, porque permite que ele seja colocado e retirado sem danificar a superfície onde for aplicado.

Adesivos com temas natalinos tradicionais nas cores vermelho, prata e ouro são os mais usados. São trenós com renas, bolas decoradas, árvores de Natal com arabescos, bonecos e flocos de neve, guirlandas, laços, presentes… Mas a criatividade não tem limites, e os adesivos personalizados e divertidos nunca saem de moda, independente da ocasião.

FONTE: LOPES BLOG

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Cadeiras e poltronas: ergonomia e produtos

posicao_1posicao_2Posição e ângulos de maior conforto para uma pessoa sentada

Posição e ângulos de maior conforto para uma pessoa sentada.

O tema escolhido foram as cadeiras e poltronas para escritórios e auditórios. A reportagem sobre ergonomia esclarece quais os elementos necessários para avaliar um bom produto e os possíveis riscos à saúde que uma peça inadequada pode trazer ao usuário.

A preocupação com a postura e com a qualidade dos equipamentos no trabalho começou a ganhar força na década de 1980, quando teve início a informatização dos escritórios. Desde então, os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (Dort) – nova denominação das lesões por esforços repetitivos (LER) – passaram a afetar cada vez mais pessoas.

De acordo com dados do Instituto Nacional de Prevenção às LER/Dort, associação sem fins lucrativos que mantém o Programa Nacional de Prevenção às LER/Dort, essas patologias são a segunda causa mais freqüente de afastamento de profissionais no Brasil. A entidade informa ainda que, de cada cem trabalhadores da Região Sudeste, um é portador de Dort.

De acordo com pesquisa realizada em 2001 pelo DataFolha, 14% dos entrevistados haviam sido diagnosticados por médicos como portadores desses males, o que equivalia a um universo de 310 mil pessoas na cidade de São Paulo.
Os mais atingidos por esses distúrbios são profissionais do comércio e de serviços, como bancários, digitadores, atendentes de telemarketing, secretárias e jornalistas, a maior parte deles na faixa dos 30 aos 40 anos.

De acordo com estudo feito para a associação pelo economista José Pastore, da Universidade de São Paulo, no primeiro ano de afastamento de um funcionário, as empresas gastam em média 89 mil reais com encargos sociais e com o salário de seu substituto. Somados, os custos patronais com o afastamento por doenças ocupacionais no Brasil representam cerca de 12,5 bilhões de reais/ano, fora outros 20 bilhões de reais anuais para pagamento de aposentadorias, indenizações e tratamento médico. Esses números mostram que é melhor, e mais barato, investir na prevenção e na melhoria das condições de trabalho, aí inclusos mobiliário e acessórios adequados à atividade.

Sentar é uma posição antifisiológica que provoca grande pressão no disco intervertebral. “Quando estamos sentados, a pressão é 50% maior do que quando estamos em pé. Por isso ninguém consegue permanecer muito tempo sentado na mesma posição”, detalha Wasni Esqueisaro Júnior, professor de ergonomia, médico do trabalho e diretor da WES Ergonomia e Saúde Ocupacional, sediada em Santo André, SP.

Segundo Esqueisaro, as cadeiras com melhores qualidades ergonômicas permitem a alternância postural e ao mesmo tempo são capazes de evitar o desconforto da posição por períodos mais longos; as inadequadas induzem a posturas erradas, que podem desencadear problemas na coluna lombar e cervical e nos membros superiores (ombros, cotovelos e punhos), além de causar deficiências circulatórias nos membros inferiores.

Beleza não é sinônimo de conforto ou boa ergonomia e isso vale para cadeiras, superfícies de trabalho e outros itens de mobiliário”, ressalta Esqueisaro. Esse alerta também é feito por Clovis Bucich, professor das disciplinas de projeto e avaliação ergonômica de produto do Departamento de Engenharia Industrial da UFRJ e coordenador da comissão de estudos sobre normas de mobiliário da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). “Não adianta se encantar com a cor ou com modelos bonitos.

Ao especificar mobiliário, arquitetos e compradores devem observar aspectos ergonômicos, econômicos e estéticos. Para isso precisam buscar apoio na literatura e nas universidades que dispõem de laboratório de ergonomia, ou ainda nos serviços de apoio oferecidos pelos principais fabricantes de móveis”, ele explica.

Existe falta de informação generalizada, ressalta Esqueisaro. “Com a minha experiência profissional, digo que somente as empresas de grande porte têm mobiliário de padrão correto. Na outras, mais de 80% do mobiliário em uso é inadequado. Além disso, metade do que está disponível no mercado não atende aspectos ergonômicos e de conforto”, ele afirma.

Características da boa cadeira
A principal qualidade da boa cadeira é ser apropriada à atividade que o usuário desenvolve no dia-a-dia. As cadeiras de escritório para funções que exigem o uso constante do computador devem ser invariavelmente estofadas. Quanto maior a densidade da espuma, maior será a durabilidade do móvel; as laminadas, por sua vez, têm vida útil curta e não resistem ao uso diário por mais de um ano.

A espuma ideal tem densidade entre 45 e 65, dependendo da qualidade do material, do design, da largura e da espessura do assento e do encosto. Segundo Bucich, as regulagens obrigatórias envolvem a altura do assento e a posição do apoio lombar no encosto; porém, quanto mais regulagens o modelo oferece, mais facilmente ele se adapta aos diferentes usuários.

É importante que o assento seja liso e tenha pequena inclinação para trás; também deve ter dimensões adequadas para acomodar nádegas e coxas, deixando somente as dobras do joelho para fora. As bordas do assento requerem acabamento arredondado para não comprometer a circulação sangüínea dos membros inferiores.

Esqueisaro acrescenta que as cadeiras para as funções que implicam o uso constante de computador devem apresentar também encosto dorsal mediano e levemente côncavo, acompanhando a curvatura do dorso no sentido horizontal – os encostos acentuadamente côncavos e os planos são desconfortáveis. Elas devem ter cinco sapatas para garantir estabilidade.

Os rodízios não podem, em hipótese alguma, ter seu movimento dificultado pelo piso. Por sua vez, o encosto ideal oferece ajuste de altura e a possibilidade de pequena inclinação para trás, recurso que ajuda na correta alternância postural. O apoio para os braços é desaconselhável, pois muitas vezes restringe a aproximação entre a cadeira e a mesa, obrigando o usuário a assumir posturas incorretas. Caso esse item esteja previsto, convém que ele tenha altura e largura reguláveis, para se adaptar a usuários mais altos ou mais obesos, lembra Bucich.

Nas funções em que o uso do computador é eventual, é admissível um mobiliário de concepção diferente. O encosto pode ser mais alto e a inclinação abranger o conjunto encosto-assento, de modo que a cadeira acompanhe os movimentos do usuário sem comprometer a postura correta. Neste caso, é ideal que a cadeira tenha braços, mas eles devem permitir ajustes de altura e largura.

Uso da cadeira

Quando o problema do mobiliário inadequado é superado, surge outra questão: o desconhecimento sobre a postura correta para uso do móvel e sobre as possibilidades de regulagem que oferece. O ideal é que o funcionário seja treinado para usar o mobiliário e tenha em seu poder o manual de instruções, para consultá-lo.

Segundo Esqueisaro, o certo é apoiar a nádega no assento e os pés no chão ou em apoio próprio para esse fim. Para uso do computador, a região dorsal do cotovelo para cima deve ser apoiada em encosto com regulagem de altura e inclinação para trás, formando um ângulo de aproximadamente 100 graus entre o encosto e o assento. O conjunto cadeira e mesa deve permitir que braço e antebraço formem ângulo de 90 graus durante a digitação.

O diretor também alerta que exercícios posturais para o relaxamento de braço e pescoço durante o expediente não surtem efeito se a cadeira é ruim. Outro cuidado importante é orientar o funcionário a levantar e fazer uma pequena caminhada a cada uma hora de trabalho. “Basta ir até o banheiro e voltar. Quem fica muito sentado tem mais deficiências do retorno venoso, o que causa o surgimento de mais varizes e mais precocemente”, detalha Esqueisaro.

Quando o funcionário processa a empresa devido a uma doença ocupacional, as condições de trabalho são verificadas por peritos. Se confirmada a inadequabilidade do mobiliário, a responsabilidade legal cabe à empresa. E esta pode processar o profissional que especificou os móveis como co-responsável.

Auditórios e escolas
O auditório é um local de curta permanência, mas isso não significa que qualquer tipo de assento possa ser empregado. Segundo Bucich, as normas que regem as especificações das cadeiras de escritórios aplicam-se também àquele espaço. A norma em vigor é a NBR 13 962/2002 (Móveis para Escritórios – Cadeiras), que abrange características físicas e dimensionais do móvel, além de estabilidade, resistência e durabilidade. Ela substitui as antigas NBRs 14 110/1998 e 13 962/1997.

De acordo com Esqueisaro, as cadeiras para auditórios devem ser do tipo poltrona, estofadas, encosto côncavo até a altura dorsal e com assento liso que pode ser levemente inclinado para trás; os apoios para os braços devem ser planos e longos, preferencialmente com altura regulável.

O mobiliário escolar é regido pela NBR 14 006/2003 (Móveis Escolares – Assentos e Mesas para Conjunto Aluno de Instituições Educacionais), que está prestes a ser revista. Segundo Bucich, essa norma estabelece a classificação dos móveis em faixas de estatura da população, a fim de contemplar de crianças a adultos de variados portes físicos. Ela abrange características físicas e dimensionais, e ensaios de resistência, estabilidade e durabilidade para os conjuntos de cadeira-carteira, adotado pelo ensino fundamental público. Pela norma, o tampo deve ser frontal para atender crianças destras ou canhotas.

Segundo o engenheiro mecânico Mário Leoni, pesquisador do laboratório de ensaio de móveis do Instituto de Pesquisas Tecnológicas de São Paulo, desde março de 2005 está em vigor o novo Regulamento de Avaliação da Conformidade (RAC) para Mesa e Cadeira do Conjunto Aluno do Ensino Fundamental, publicado pelo Inmetro, que tem força de lei. Esse documento substitui o antigo Regulamento Técnico da Qualidade (RTQ), cancelado em 2004, e determina que o mobiliário escolar siga as exigências da NBR 14 006 e de outras normas técnicas referentes ao processo de fabricação. O RAC relaciona até os requisitos que os laboratórios de ensaios técnicos precisam ter para poder atestar o selo de conformidade conferido por diversas organizações certificadoras de produtos, explica o pesquisador.

As normas existem, mas são bastante deficientes, afirma Esqueisaro. “O mercado é dinâmico, as inovações são diárias e as normas técnicas levam anos para mudar”, ele aponta. Em sua opinião, até mesmo as cadeiras escolares deveriam ser estofadas, porém a regulamentação não faz essa exigência. “O mobiliário escolar mal concebido pode levar a vícios posturais ou mesmo alterações músculo-esqueléticas, como a escoliose”, lembra ele.

Outras características desejáveis para o conjunto carteira escolar são o tampo frontal móvel, o que facilita o movimento do aluno, e o encosto mediano, côncavo e com regulagem de altura. “A cadeira escolar de melhor qualidade envolve custos e por isso nem mesmo as escolas particulares oferecem o móvel adequado”, observa o professor de ergonomia. As carteiras com pranchetas móveis custam aproximadamente o dobro dos modelos com prancheta fixa.

Texto resumido a partir de reportagem
de Nanci Corbioli
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
Edição 304 Junho de 2005

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Lojas ecoeficientes devem tornar-se padrão para operações da rede varejista

Supermercados Sé em São Paulo, projetado por Jon Maitrejean e George Sallouti. Hoje o prédio é ocupado pelo hipermercado Extra, do grupo Pão de Açúcar

Supermercados Sé em São Paulo, projetado por Jon Maitrejean e George Sallouti. Hoje o prédio é ocupado pelo hipermercado Extra, do grupo Pão de Açúcar

À primeira vista, trata-se de mais uma unidade da rede Wal-Mart inaugurada no Brasil. Nada que salte aos olhos indica que a loja na zona oeste de São Paulo, aberta no final de abril, seja muito diferente de outras do grupo. O Wal-Mart a “vende”, porém, como sua segunda loja ecoeficiente implantada no Brasil e a primeira com essa concepção a entrar em operação na capital paulista.

As lojas eco – expressão cunhada pelo grupo – tornaram-se modelo para as operações da rede no país e foram concebidas para diminuir em 40% o uso de energia elétrica nas edificações e reduzir em 25% o consumo de água. Na realidade, o cardápio de sustentabilidade incorporado à unidade situada na avenida Francisco Morato, no bairro do Morumbi, é bem mais extenso – ultrapassa 60 itens, mas nenhum deles se encontra exposto nas gôndolas. Boa parte foi cultivada no projeto de autoria do escritório Core Arquitetos Associados, de São Paulo.
O arquiteto Eduardo Laterza, um dos sócios do Core, que há anos elabora trabalhos para o grupo, explica que desde que desembarcou no país o Wal-Mart utiliza como premissa na operação de suas lojas a eficiência energética. De acordo com Laterza, a corporação trouxe para esse tipo de obra uma metodologia de projeto mais racional, em que a arquitetura não pode ser voluntariosa – a definição é do arquiteto – a ponto de onerar os custos de implantação e de desenvolvimento das atividades.

Foi com a mesma orientação de não elevar custos que o grupo introduziu o conceito de sustentabilidade nos projetos. Por isso, afirma Laterza, todos os itens considerados sustentáveis têm sido incorporados aos trabalhos sem encarecer as obras. “É uma maneira diferente de ver os projetos, com um cunho muito mais técnico”, ele avalia.

Loja ecoeficiente do Wal-Mart em São Paulo, projeto do escritório Core. A parede verde na fachada ajuda na dissipação do calor antes que ele entre na loja

Loja ecoeficiente do Wal-Mart em São Paulo, projeto do escritório Core. A parede verde na fachada ajuda na dissipação do calor antes que ele entre na loja

É praticamente certo que os arquitetos Jon Maitrejean e George Sallouti nunca tivessem ouvido falar em questões ligadas à sustentabilidade quando projetaram a unidade dos Supermercados Sé localizada na rodovia Raposo Tavares, também em São Paulo, publicado em dezembro de 1984, na edição 70 de PROJETO DESIGN. À época, os autores revelavam apenas a preocupação de “obter um supermercado cômodo, que suporte bem as fases de pico logo após os dias de recebimento de salário”.

Atualmente, tornou-se imperativo vincular qualquer empreendimento à sustentabilidade e ao uso racional da energia. No caso do Wal-Mart Morumbi, além do reaproveitamento da água de chuva e do uso da iluminação natural, há a utilização de placas voltaicas para a geração de energia solar, paredes verdes para sombreamento e até bacias e mictórios que funcionam a vácuo, gastando quantidade mínima de água. O planeta agradece. E o Wal-Mart fatura.

Texto de Adilson Melendez
Publicada originalmente em PROJETODESIGN
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